Desafios da fé: ser mais, ser melhor.

Desafios da fé: ser mais, ser melhor.

“Se há coisa que me deixa feliz é chegar ao final de uma tarefa realizada com sucesso. Seja que tipo de tarefa for, em equipa ou executada individualmente, o sentimento é de gozo, de felicidade e até de orgulho, porque não?!

Às vezes faço um balanço: houve desafios ao efetuar esta tarefa? Fui ou fomos capazes de os ultrapassar? Como?

E este balanço serve para nos fazer pensar naquilo que poderemos desenvolver melhor numa próxima oportunidade.

Mais ainda há a analisar quando não temos sucesso naquilo a que nos propusemos fazer. Mas acredito que o truque está em, com ânimo e positivismo, fazer a mesma análise, perceber o que não correu bem e sobretudo como voltar a tentar, sem desistir.

Acredito que como cristãos, somos chamados a dar o nosso melhor por nós, pelos outros e pelo mundo sempre e sem esperar recompensa. Quando vier, se vier, ficaremos agradecidos. Mas a maior compensação é a de nos superarmos, de nos sentirmos bem connosco próprios e de nos sentirmos realizados. A experiência, a nova força e a nova sabedoria são riquezas que nunca ninguém nos poderá tirar! Haverá maior gratificação que esta?

Os desafios são o que nos desenvolve enquanto ser e enquanto comunidade e nos faz andar para a frente. Acredito que ser exigente é uma qualidade, porque querer mais e melhor é algo natural, senão ainda estaríamos na pré-história!

É cansativo e é difícil mas é também um dever.

Quando o cansaço e as dúvidas chegam temos que ir buscar energia a qualquer lado. Normalmente peço ajuda a Deus e digo-Lhe que aceito e agradeço os desafios que me coloca no dia-a-dia, porque sei que a sua intenção é provavelmente que eu seja uma pessoa melhor e mais forte, para que possa fazer algo pela comunidade onde me insiro e pelos que estão à minha volta.

O caminho é trabalhar melhor, manter-nos ocupados, ler, fazer atividades em comunidade, ocupar bem o nosso tempo e combater esta onda de entrar em zonas de conforto. Que piada têm as zonas de conforto?”

Madalena Júdice Correia

Referência Original